Bruxelas, 18 nov (EFE).- A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) disse que sua missão na Somália não é para "abordar navios já seqüestrados e libertar suas tripulações", mas para dissuadir os piratas, o que não conseguiu fazer na tomada do petroleiro saudita, porque ocorreu "a milhares de milhas" de suas patrulhas. Em entrevista coletiva, o porta-voz da Otan, James Appathurai, disse que nenhum dos quatro navios da Otan que patrulham e escoltam os transportes de ajuda humanitária em águas da Somália "esteve envolvido no seqüestro do petroleiro saudita" no domingo. "Nossos navios não estavam na área, se for considerado onde ocorreu o seqüestro, fica bastante longe de onde a operação da Otan acontece", disse. O petroleiro saudita foi seqüestrado por piratas no Mar Arábico, e depois levado ao litroal da Somália. O...
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